Página Inicial Data de criação : 08/02/04 Última actualização : 08/11/28 16:17 / 485 Artigos publicados
 

Miradouro das Farmácias  Inserido Friday 03 October 2008 16:33

Foto tirada no Miradouro da Faculdade de Farmácia, onde tem uma vista fantástica para o centro hintórico e para a baixa de Coimbra! Nesta foto é possível ver a Sé- Velha, mas o lado que pouca gente conhece pois este, não é visível da rua!

(Mê Alabastro)

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Via Latina  Inserido Friday 03 October 2008 16:29

Em  Portugal, como um pouco por todo o mundo, a ideia da instituição Universidade de Coimbra encontra-se intimamente ligada à Alta Universitária, um conjunto arquitectónico heterogéneo de que se destacam as construções do chamado Estado Novo e, sobretudo, o Páteo e Paço das Escolas, dominados pela célebre Torre da Universidade.

A Via Latina, erigida da segunda metade do século XVIII, constitui, na essência, um corpo de aparato, adossado (encostado) ao alçado interno norte do palácio escolar, como solução hábil para facilitar os acessos entre o Paço Reitoral, a Sala dos Capelos e os Gerais.

 

[Mê Dragãozito]

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Sé Velha  Inserido Friday 03 October 2008 15:56

A Sé Velha de Coimbra é o um dos edifícios em estilo românico mais importantes de Portugal. A construção da Sé começou em algum momento depois da Batalha de Ourique (1139), quando Afonso Henriques se declarou rei de Portugal e escolheu Coimbra como capital do reino. Na Sé está sepultado D. Sesnando, Conde de Coimbra.
Coimbra (a Aeminium da época romana) é sede episcopal desde o século V, sucedendo a vizinha Conímbriga, invadida pelos Suevos em 468. Apesar da longa história, não há notícias precisas sobre a catedral de Coimbra desde a época germânica até a construção da Sé Velha. Em 1139, após a decisiva Batalha de Ourique, Afonso Henriques decide financiar a construção de uma nova catedral, provavelmente devido à anterior estar muito deteriorada. As obras devem ter começado em tempos do bispo Bernardo (m. 1146), mas o impulso definitivo foi dado em 1162 com o bispo D. Miguel Salomão, que ajudou a financiar a construção da catedral. Em 1182 as obras estavam adiantadas o suficiente para que o bispo Bernudos, sucessor de Miguel Salomão, fosse enterrado na nova Sé e, em 1185, foi coroado ali o segundo rei de Portugal, D. Sancho I. Os trabalhos principais terão terminado no início do século XIII, com as obras do claustro começando por volta de 1218, durante o reinado de D. Afonso II.
A Sé Velha de Coimbra é a única das catedrais portuguesas românicas da época da Reconquista a ter sobrevivido relativamente intacta até os nossos dias. A Sé Velha e, em menor grau, as Igrejas de Santiago e São Salvador, são expoentes da fase alfonsina do românico coimbrão. Outras igrejas da cidade como a do Mosteiro de Santa Cruz e a de São João de Almedina foram muito alteradas e perderam seu carácter românico.
Vista do exterior, a Sé Velha lembra um pequeno castelo, com muros altos coroados de ameias e com poucas e estreitas janelas. A aparência de fortaleza é comum às catedrais da época e explica-se pelo clima bélico da Reconquista. A fachada oeste (principal) tem uma espécie de torre central avançada com um portal de múltiplas arquivoltas e um janelão parecido ao portal. Os capitéis, arquivoltas e jambas do portal e do janelão são abundantemente decorados com motivos românicos com influências árabes e pré-românicas. A fachada é reforçada nos cantos por contrafortes que ajudam a compensar a forte inclinação do terreno. A fachada norte tem dois portais de estilo renascentista, sendo notável a Porta Especiosa, um pórtico de três andares, tipo retábulo, construído na década de 1530 por João de Ruão. Esse portal é uma das principais obras do primeiro renascimento em Portugal. Do lado este observa-se a ábside principal românica e os dois absidíolos, sendo que o do lado sul foi modificado em estilo renascentista. Sobre o transepto há uma torre-lanterna quadrangular românica com algumas alteraçoes no século XVIII.
O interior é de três naves e cinco tramos, com o transepto pouco desenvolvido, sendo a cebeceira formada por abside e dois absidíolos. A cobertura é feita por abóbada de canhão na nave central e transepto, e por abóbada de aresta nas naves laterais. A nave principal tem um elegante trifório (galeria com arcadas) no segundo piso. Todas as colunas do interior tem capitéis decorados com temas geométricos, vegetalistas ou animalistas. As janelas da torre-lanterna do cruzeiro e o janelão da fachada principal são as principais fontes de luz natural da Sé.

(Mê Alabastro)

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Forno a lenha  Inserido Thursday 02 October 2008 15:47

Um forno é uma construção ou aparelho que se pode fechar e conservar calor em altas temperaturas, para assar (ou “cozer”) pão, bolos ou outro tipo de alimento, para secar peixe ou carne (neste caso, em temperaturas mais baixas), ou ainda para “cozer” o barro ou o vidro ou para a transformação de minérios ou metais em alto-fornos de indústrias e manufaturas.

As primeiras fôrmas de assar foram desenvolvidas pelos egípcios. Um forno em forma de cone, com interior aquecido em brasa, fazia com que massas moles, achatadas, colocadas aderentes às suas paredes externas atingissem o ponto em que poderia ser consumidas (assadas). Aos poucos, o equipamento evoluiu, até tomar características que se aproximam muito do forno que utilizamos atualmente.

O forno de pão tradicional é geralmente uma construção em barro ou tijolos com uma base lisa onde primeiro se coloca lenha que se deixa arder para o aquecer; quando o forno já está à temperatura adequada, encostam-se as brasas a um canto, limpa-se bem a superfície e coloca-se aí o que se quer assar (pão, bolos, pizza, carne ou peixe). Actualmente os fornos indústriais de pão são aquecidos a electricidade ou algum combustível derivado do petróleo.

(Mê Alabastro)

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Sé Nova * Coimbra  Inserido Thursday 02 October 2008 10:59

A Sé Nova de Coimbra, situa-se no Largo da Feira perto da Universidade de Coimbra, freguesia de Sé Nova.

Originalmente, a Sé Nova foi a Igreja do Colégio dos Jesuítas (Colégio das Onze Mil Virgens), que se haviam instalado em Coimbra em 1541. A igreja começou a ser construída em 1598, seguindo um projeto do arquiteto oficial dos jesuítas de Portugal, Baltazar Álvares, influenciado pela igreja do Mosteiro de São Vicente de Fora de Lisboa. As obras foram muito lentas e o culto somente se iniciou em 1640, com o templo sendo inaugurado apenas em 1698. Em 1759, os Jesuítas foram banidos de Portugal pelo Marquês de Pombal e, em 1772, a sede episcopal de Coimbra foi transferida da velha Sé românica para a espaçosa igreja jesuíta.

A fachada da igreja é marcada por fortes linhas e possui quatro estátuas de santos jesuítas. A parte superior da fachada, terminada só no século XVIII, tem decoração barroca e contrasta com as partes inferiores, em estilo maneirista. O interior é de uma só nave abobadada com capelas laterais e transepto com cúpula e lanternim. O transepto e a capela-mor estão decorados com enormes e magníficos retábulos de talha dourada, construídos em finais do século XVII e princípios do século XVIII. As capelas laterais contém vários retábulos maneiristas e barrocos. O cadeiral da capela-mor, do século XVII, foi trazido da Sé Velha, assim como a magnífica pia baptismal de uma das capelas laterais, esculpida em estilo gótico-manuelino por Pero e Felipe Henriques no início do século XVI.

É seu Reitor o Rev.do Vigário Episcopal, Cónego Sertório Baptista Martins. Poderá encontrar mais alguns detalhes visitando o site http://senova.do.sapo.pt

(Mê Alabastro)

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