Diz a lenda que foi na Quinta das Lágrimas que D. Inês chorou pela última vez, enquanto era trespassada pelos punhais dos fidalgos a quem o rei Afonso IV ordenara a sua morte. As lágrimas então derramadas inspiraram Luís de Camões a criar o nome de Fonte das Lágrimas e muitos outros escritores a consagrar o amor eterno de Pedro e Inês.
O palácio ali existente foi construído no século XVIII mas, devido a um incêndio, a casa apresenta arquitectura do século XIX.
Ao longo do tempo várias ilustres personalidades foram passando por este local. Uma das mais conhecidas foi Arthur Wellesley, duque de Wellington, comandante das tropas que atacaram as forças invasoras de Napoleão, que plantou duas sequóias, hoje com 190 anos.
O jardim foi idealizado no século XIX, seguindo uma tendência da época, a da constituição de uma espécie de Museu Vegetal, onde estariam representadas espécies de todo o mundo.
Actualmente,no Palácio da Quinta das Lágrimas, está instalado um hotel de luxo da cadeia Relais & Châteaux.
[mê Profissional]
Comentários